Ae Galera da Moto Mil vamos nadar nestes lençois de água doce e tomar uma rsrsrsrsrsrssr
Abraço Bachega, Luis, Thiago
as meninas e os meninos
Fuiiiiiiiiiiiiiii
balsa do Rio Preguiças
Garagem para os barcos
Lençóis Maranhenses é pura beleza, adrenalina e contemplação
Melhor período para ver as lagoas cheinhas por entre dunas de areia de até 40 metros termina agora em setembro. Corra para desfrutar deste paraíso
Agência Estado
A primeira sensação é a de estar em um deserto. Dunas fofas e branquíssimas de até 40 metros de altura e o calor forte, mesmo nas primeiras horas da manhã, reforçam a impressão logo na entrada do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses. No entanto, basta escalar a primeira montanha de areia (o que exige certo preparo físico, é verdade) para descobrir o que faz a beleza incomparável deste cenário: lagoas de água doce e fresca cujas cores mesclam tonalidades de azul e verde.
Outras atrações de Lençóis
"O lugar mais bonito do Brasil" onde "famílias se abraçam e choram quando chegam", exageram os guias que levam turistas até lá. Mas é preciso reconhecer: a paisagem é mesmo deslumbrante. E tão convidativa que fica difícil controlar o ímpeto de sair correndo duna abaixo para um mergulho certeiro.
Os guias, vale ressaltar, não recomendam a brincadeira por questão de segurança. Porque é quase certo ganhar alguns arranhões na descida íngreme. Mas nada muito sério.
São milhares as lagoas que se formam - e desaparecem - todos os anos em uma área de 100 quilômetros de comprimento ao longo do litoral por 50 quilômetros de largura (ou 155 mil hectares). Tudo graças às chuvas. O volume de água que despenca por lá ultrapassa os 1.500 milímetros por ano, especialmente entre janeiro e maio. A melhor época para ver as lagoas cheias vai de junho a setembro, assim que para de chover.
São milhares as lagoas que se formam - e desaparecem - todos os anos em uma área de 100 quilômetros de comprimento ao longo do litoral por 50 quilômetros de largura (ou 155 mil hectares). Tudo graças às chuvas. O volume de água que despenca por lá ultrapassa os 1.500 milímetros por ano, especialmente entre janeiro e maio. A melhor época para ver as lagoas cheias vai de junho a setembro, assim que para de chover.
TUDO DIFERENTE
Localização, formato, profundidade e tamanho das lagoas mudam o tempo todo. Além do volume das chuvas, os ventos movimentam as dunas e determinam onde e como aparecerá a próxima. Por isso, cada visita aos Lençóis Maranhenses é única.
Ainda assim, existem lagoas permanentes no parque. São aquelas que, mesmo quando secam devido a um longo período de estiagem, ressurgem exatamente no mesmo lugar. Em casos assim, chegam a ganhar nomes. É o caso da Lagoa da Preguiça, que aparece sempre depois da primeira duna (para quem entra por Barreirinhas). "Portanto, não é preciso andar muito para chegar até ela, daí o nome", explica Célio Santos, um dos guias habituados a levar turistas ao parque.
Ali por perto ficam as lagoas Esmeralda, que deve seu nome à cor verde de suas águas, emprestada pela vegetação que cresce no fundo, e da Paz. Segundo o guia, na época da cheia as três lagoas enchem tanto que viram uma só.
Ali por perto ficam as lagoas Esmeralda, que deve seu nome à cor verde de suas águas, emprestada pela vegetação que cresce no fundo, e da Paz. Segundo o guia, na época da cheia as três lagoas enchem tanto que viram uma só.
A Lagoa dos Peixes é a única que nunca seca. Na época da cheia, ela chega a 5 metros de profundidade (contra 1,5 metro, no máximo, das demais). E recebe este nome porque, mesmo sem rio ou mar por perto, os lambaris se proliferam em suas águas. A hipótese para o fenômeno é a de que as ovas sejam trazidas no estômago de aves pescadoras, como maçaricos, bastante comuns na região.
SOLAVANCOS
Calmaria e relaxamento total. As sensações que se tem mergulhado na água gelada de uma das lagoas são uma espécie de recompensa a quem enfrentou uma verdadeira maratona aventureira para chegar ao parque a partir do centro de Barreirinhas. Na cidade, 250 quilômetros a leste da capital maranhense, São Luís, ficam a sede do parque e a melhor infraestrutura da região, com pousadas, restaurantes e agências que vendem passeios.
Da travessia da balsa à entrada do parque nacional são 10 quilômetros. Em outras palavras, 40 minutos de solavancos em uma estrada de areia capaz de fazer atolar até as robustas caminhonetes com tração nas quatro rodas que ousam enfrentar tal percurso.
Além dos chacoalhões, é preciso estar preparado para se molhar ainda durante o trajeto. A Toyota Bandeirantes, veículo que nem é mais fabricado mas continua muito popular para transportar os turistas até o parque, atravessa diversos riachos com água na altura do para-brisa.
Além dos chacoalhões, é preciso estar preparado para se molhar ainda durante o trajeto. A Toyota Bandeirantes, veículo que nem é mais fabricado mas continua muito popular para transportar os turistas até o parque, atravessa diversos riachos com água na altura do para-brisa.
No período de cheia, é bem capaz de o motorista ter de abrir a porta e deixar a água invadir a cabine para evitar que o carro boie. Para os passageiros lá atrás, significa molhar os tornozelos. Além de uma dose extra de adrenalina, principalmente para desavisados.
Já os apaixonados por esportes ao ar livre têm ainda mais motivos para visitar o parque. Nas agências de turismo local há opções de passeio que vão além da visita às lagoas mais famosas. Há tours de bicicleta pelas dunas e travessias a pé que chegam a levar dias para serem concluídas. Com direito a muito esforço, várias sessões de contemplação do pôr do sol alaranjando as dunas e claro, paradas para um mergulho refrescante sempre que uma nova lagoa exibir seus contornos no horizonte.
O QUE LEVAR
- Kit básicoÓculos de sol, chapéu e protetor solar. Além de tênis, necessário para caminhar entre as dunas caso a areia esteja muito quente.
- RepelenteMerece um item à parte por ser realmente indispensável nos passeios pelo rio. Os mosquitos não perdoam.
- Dinheiro em espéciePorque não há caixa eletrônico até onde a vista alcança.
- Kit básicoÓculos de sol, chapéu e protetor solar. Além de tênis, necessário para caminhar entre as dunas caso a areia esteja muito quente.
- RepelenteMerece um item à parte por ser realmente indispensável nos passeios pelo rio. Os mosquitos não perdoam.
- Dinheiro em espéciePorque não há caixa eletrônico até onde a vista alcança.
O QUE TRAZER
- Mandioca bravaNão na sua forma natural, mas transformada em cachaça, a tiquira. Outra opção é a pimenta curtida no molho do tucupi, caldo extraído da mesma planta.
- Doce de buriti Uma das especialidades da região.
- ArtesanatoBolsas, enfeites e outros objetos à venda no vilarejo de Marcelinas.
- Mandioca bravaNão na sua forma natural, mas transformada em cachaça, a tiquira. Outra opção é a pimenta curtida no molho do tucupi, caldo extraído da mesma planta.
- Doce de buriti Uma das especialidades da região.
- ArtesanatoBolsas, enfeites e outros objetos à venda no vilarejo de Marcelinas.
Para que seu passeio seja inesquecível, fique atento a algumas dicas simples e boa viagem!
1. Não se assuste se o guia orientá-lo a deixar o calçado no carro. É muito difícil andar pelas dunas de chinelo e são raros os locais em que é preciso acelerar o passo para não queimar os pés.
2. É indispensável levar protetor solar, mesmo que você já tenha aplicado-o antes de sair. O sol é intenso e a areia branca reflete a luminosidade, tornando imprescindível também o uso de óculos de sol. Caso a pele comece a arder, não há sombras para onde correr. Por isso, além de reaplicar o protetor ao longo do passeio, é aconselhável também levar chapéu e camiseta.
3. Ir às dunas e não levar garrafa de água é sede na certa. Se a intenção for passar horas no local lembre-se de levar alimentos que não estraguem já que não há locais para comprá-los.
4. Engana-se, porém, quem pensa que visitar os Lençóis é programa apenas para gente jovem. “Quem mais compra é a terceira idade”, afirma o guia Jony Gomes Silva. O ritmo do turista é sempre respeitado.
5. No povoado de Mandacaru, onde é possível visitar o Farol Preguiças, atenção se estiver com crianças. Os pequenos só podem subir os 160 degraus acompanhados por pais ou responsáveis. A visita ao farol é gratuita, mas ele fecha no horário do almoço.
6. A bandeirante, carro que leva até o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, balança muito. Se você tem tendência a enjoar em tranquilas viagens de carro por estradas normais, é recomendável que você tome algum remédio para não passar mal durante o trajetoEstas são para a galera do pôr do sol







































































Aaaaaaaaaaahhhhhhhhhhh!!!
ResponderExcluirPEGA ESSE SOL PARECENDO UMA LUA CHEIA!!!!
Pô dal, faltou escrever GEEA na areia! heheheh!!
Em comentários... lindo demais...
AEEEE... QUE LUGARZINHO RUIM EIHN!
ResponderExcluirPELAMORRR...ESTA PASSANDO MAU AI NÉ?
BELO POR DO SOL EIHN! NUSSSS
ABRAÇÃO PROFFFF...DIEGO FALCOES
Prof. cada lugar show. O por do sol é lindo.
ResponderExcluirAdalberto
ResponderExcluirComo já comentei anteriormente só recordação.Suas fotos me levam a um passado não muito distante.
Só que quando estive aí não existia tantos turistas como hoje. É a indústria do turismo tomando conta dos lugares virgens.
E o Farol do Preguiça ainda existe? Você visitou a vilinha do farol.
Abraços Jany
Oi Jany que bom que voce gostou, foi uma viagem muito legal e que me rendeu grandes momentos e muito material para dar minhas aulas, o faro Do Rio Preguiça ainda existe sim e virou atração turistica pois todos nos fomos até ele e subimos para poder avistar o encontro do preguiça com o mar, ele está muito bem conservado e guardado pela marinha brasileira.
ResponderExcluirabraços saudades de você
Adalberto